Abílio afirma que Lula é ‘muito inteligente para enganar a população’

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O prefeito Abílio Brunini (PL) ironizou os elogios do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, direcionados ao chefe do governo federal, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após reunião. O bolsonarista avalia que o petista é inteligente para “enganar a população”.

 

“Eu acredito que o Trump deve ter feito o elogio, e tal qual eu estou fazendo agora. Falando que ele é muito inteligente, com dois ensinos superiores. Um cara que vai lá, fica de cócoras e cede tudo que o Trump pede, claro que ele vai falar que ele é muito inteligente mesmo”, comentou o prefeito durante coletiva.

 

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Quando questionado sobre o que a reunião de Lula e Trump mudaria no dia a dia da população brasileira, o representante municipal afirmou que o atual presidente está “fazendo tudo que os Estados Unidos querem”.

 

“Ele acabou de vender as terras raras do Brasil, coisa que ele esperava que fosse o Bolsonaro que fizesse. O Lula está permitindo explorar petróleo na foz da Amazônia. Ele está trazendo todo o comércio internacional aqui para dentro e está dobrando o joelho para o lado externo. E ainda engana o eleitor da esquerda, falando que ele é antiamericano. O Lula é muito inteligente mesmo para enganar a população”, disse em tom sarcástico, que já é sua marca.

 

Encontro Lula e Trump 

O encontro entre Lula e Trump na Casa Branca ocorreu na última quinta-feira (7) e ficou marcado por um tom pragmático, superando as previsões feitas de um embate ideológico.

 

A reunião, que durou cerca de 3 horas e não foi aberta à imprensa, resultou em uma vitória econômica imediata para o Brasil com a suspensão temporária de novas tarifas de importação americanas por 30 dias.

 

Durante o diálogo, os presidentes abordaram temas como segurança pública, especificamente o combate ao crime organizado e ao narcotráfico, além de discutirem a cooperação em minerais críticos e a exploração de terras raras. No campo político, Lula defendeu a retirada de Cuba da lista de patrocinadores do terrorismo e buscou garantias para a situação de brasileiros nos Estados Unidos.

 

O saldo geral foi visto como uma demonstração de uma “política real”, com Trump elogiando a postura de Lula e ambos priorizando interesses econômicos recíprocos em vez de divergências partidárias, o que ajudou a estabilizar a relação diplomática e os mercados financeiros.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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