Atriz diz que foi barrada de embarcar em avião

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A atriz Marissa Bode, que interpreta NessaA atriz Marissa Bode, que interpreta Nessarose em Wicked, passou por um episódio revoltante durante uma viagem e expôs tudo nas redes sociais. 

 

A artista afirmou que foi impedida de embarcar em um voo por ser uma pessoa com deficiência… e o relato rapidamente viralizou!

 

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Segundo Marissa, o problema aconteceu quando ela tentava pegar um voo com duas conexões rumo a uma pequena cidade na Pensilvânia.

 

Ao chegar no portão, ela pediu ajuda para localizar o cartão de embarque, mas tudo tomou um rumo inesperado.

“Não estava achando minha passagem virtual. Cheguei no portão e fui pedir ajuda da tripulação. Quando cheguei ao portão, disse: ‘oi, você pode me ajudar a localizar meu cartão de embarque?’.”

 

No entanto, a resposta que a atriz recebeu foi surpreendente.

“As duas pessoas no portão olharam para mim e perguntaram: ‘Você consegue ficar em pé?’. Disse: ‘Não’. E elas responderam: ‘Sinto muito, mas, por causa disso, vamos ter que negar seu embarque’”, relatou.

 

Sim, você leu certo!

A justificativa teria chocado ainda mais. De acordo com a artista, os funcionários disseram que os aviões da Southern Airways utilizam escadas para o embarque.

 

Indignada, Marissa não poupou críticas e fez um desabafo forte sobre a falta de acessibilidade. “Vocês escolheram não atualizar os aviões. Isso é segregação descarada.”

 

Mas não parou por aí… Um dos funcionários ainda teria questionado o peso da cadeira de rodas da atriz.

 

Sem papas na língua, ela rebateu: “Sou mais pesada do que a minha cadeira. Minha cadeira provavelmente é mais leve do que as bagagens”.

 

A situação ficou ainda mais delicada porque, segundo Marissa, seu empresário já havia entrado em contato com a companhia aérea antes da viagem — e teria recebido a garantia de que daria tudo certo.

 

“Isso se trata das novas vidas e de nossas existências. Minha cadeira de rodas é minha liberdade”, desabafou.

 

Sem conseguir embarcar, a atriz precisou improvisar e terminar o trajeto de carro, em uma viagem longa e nada barata, que durou cerca de três horas e meia.

Nas redes, a repercussão foi imediata, com internautas criticando a companhia aérea e levantando discussões sobre acessibilidade e respeito.

 

E aí, fica a pergunta: como uma situação dessas ainda acontece em pleno 2026?

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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