Após denúncia, SES nega abandono e diz que veículos do Samu são antigos

Imagem

Após a reportagem do denunciar o abandono de dezenas de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), na região do Coxipó, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), informou que os veículos “correspondem a veículos de reserva técnica, destinados a garantir a continuidade do atendimento em situações de manutenção da frota ativa, ou veículos antigos que já foram substituídos”.

 

Segundo relato do denunciante à reportagem, o número de ambulâncias abandonadas no local aumentou nos últimos meses. No início, eram cerca de oito veículos estacionados na área. Agora, a estimativa é de que aproximadamente 20 unidades estejam no pátio, sem uso aparente e expostas à ação do tempo.

 

A cena, de acordo com o relato, tem causado indignação em quem acompanha de perto a situação. Em trecho da denúncia enviada à reportagem, o morador Wilson resumiu o sentimento de preocupação diante do cenário: “Começaram com 8 ambulâncias, hoje tem umas 20 abandonadas ali, se deteriorando”. 

 

Segundo a SES, os veículos ali estacionados não estariam à deriva, e tratam-se, na verdade, de frota reserva, caso a nova, mais moderna e atualizada, venha a ter problemas técnicos. A pasta garante que é uma forma de prevenir que a população não fique sem atendimento.

 

Leia nota na íntegra:

 

“A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) esclarece que as ambulâncias atualmente posicionadas no pátio de uma das unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) correspondem a veículos de reserva técnica, destinadas a garantir a continuidade do atendimento em situações de manutenção da frota ativa, ou veículos antigos que já foram substituídos.

 

Recentemente, o Samu passou por um importante processo de renovação de sua frota, com a incorporação de novas ambulâncias, mais modernas e adequadas às necessidades do serviço, visando maior eficiência, segurança e qualidade no atendimento à população.”

Link da Matéria – via Gazeta Digital

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*