
O presidente do Progressista em Mato Grosso, Nilson Leitão, tratou de pregar cautela neste fim de janela partidária, ainda que o cenário tenha se estabilizado dentro da federação com o União Brasil, conforme apurado pelo . O prazo para troca de sigla para deputados federais e estaduais acaba nesta sexta-feira (3).
Rodinei Crescêncio/Rdnews
Questionado sobre as últimas movimentações, indicou que, no cenário à estadual, o grupo perdeu apenas o deputado Eduardo Botelho, que foi para o MDB, buscando ajudar a federação em uma melhor costura para as eleições. Contudo, ponderou que, na política, as mudanças repentinas são naturais e tudo pode ocorrer.
“Até ontem estava ok. Ficou todo mundo. Só o Botelho que saiu. E agora é esperar o final da tarde e ver o que vai acontecer, né? Como dizem, a cada minuto tudo pode mudar”, frisou Leitão.
Com a saída de Botelho, o grupo segue com quatro deputados com mandato – Júlio Campos, Sebastião Rezende e Dilmar Dal Bosco, pelo União, e apenas Paulo Araújo pelo PP. Boa parte deles queria trocar de partido e encontrar um cenário mais favorável, já que as projeções de quociente indicam que, para eleger um deputado, o grupo precisará atingir 70 mil votos, porém, sofreram duras derrotas.
A primeira foi a tomada de poder que ocorreu no PRD em Mato Grosso. O partido era visto como um ninho para receber filiados do União Brasil e PP, mas teve o diretório destituído pela nacional, travando a ida de Paulo. Além disso, Sebastião não achou porta aberta em nenhum outro partido.

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