
A política várzea-grandense, que sempre é destaque diante de seus absurdos registrados, ainda não é pautada pela sororidade – união, empatia e solidariedade entre mulheres, baseada no apoio mútuo, respeito e na construção conjunta e combate a rivalidade feminina e o machismo.
Um exemplo foi a sessão ordinária da Câmara Municipal desta terça-feira (31), que votou a abertura da denúncia contra o presidente da Casa, Wanderley Cerqueira (MDB), pela fala considerada misógina contra a prefeita Flávia Moretti (PL).
Na votação, as únicas três mulheres do parlamento: Gisa Barros (União), Rosy Prado (União) e Lucélia Oliveira (AGIR) optaram por rejeitar a denúncia, ignorando o absurdo episódio do ‘leitear’.

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