
Wellington Fagundes (PL), que lidera as intenções de voto para o Governo de Mato Grosso, não “colou” à toa na imagem de Jair Bolsonaro.
Como ainda carrega boa popularidade no Estado, apoiado pela chamada direita conservadora, que representa maioria, Bolsonaro se torna forte cabo eleitoral, mesmo fora do poder, em prisão domiciliar e sob uma série de restrições.
E Wellington, espertamente, grudou no ex-presidente. Trata-o com idolatria. Sem Bolsonaro, não teria sobrevivido até aqui como pré-candidato pelo PL, mesmo com o partido rachado. Não faz um discurso sem citá-lo e o defende o tempo todo. Considera injusta a condenação de 27 anos e 3 meses imposta pelo STF a Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.
Por uma frente de oposição, o senador do PL vai polarizar a disputa com Otaviano Pivetta (Republicanos), que assume de vez como governador a partir da próxima terça (31) e ganha mais musculatura política e capital eleitoral e também busca atrair eleitorado da direita.
Mesmo ainda no período de pré-campanha, ambos começam a trocar farpas e acusações.

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