Políticos de MT celebram ida de Bolsonaro a domiciliar e apontam fim da “tortura”

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Políticos de Mato Grosso usaram as redes sociais para celebrar a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes , de atender à manifestação da Procuradoria Geral da República (PGR) e permitir que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tenha acesso à prisão domiciliar por 90 dias, com uso de tornozeleira, para o reestabelecimento da saúde. Ele está internado no Hospital DF Star após quadro de broncopneumonia. Fotomontagem/Rdnews

Da esquerda para a direita: deputados federais Nelson Barbudo e José Medeiros e os vereadores por Cuiabá, Samantha Iris e Rafael Ranalli

Na percepção do deputado federal Nelson Barbudo (PL), Bolsonaro estava sendo “vítima de tortura” por encarar uma condenação “sem ter cometido nenhum crime”. “Vi a notícia, resolvi gravar o vídeo comemorando esta decisão da Justiça Brasileira, que até que enfim resolveu fazer o justo, o justo. Bolsonaro não cometeu crime nenhum, ele estava pagando injustamente numa prisão, ele estava sendo torturado, a palavra é tortura, torturado, Bolsonaro estava sendo torturado”, disse.

O deputado federal José Medeiros reconheceu que a flexibilização é um avanço, mas voltou a criticar a condenação de Bolsonaro no inquérito da trama golpista. “A prisão domiliciar alivia, mas está longe de fazer justiça […] A decisão em caráter temporário não muda em nada o absurdo de uma condenação sem provas”, indicou.

A primeira-dama de Cuiabá e vereadora Samantha Iris (PL) disse apenas: “Não deveria nem estar preso”. O vereador por Cuiabá, Rafael Ranalli (PL), compartilhou uma imagem veiculada pelo PL nacional, com os dizeres “Deus não abandona os justos” e, na legenda, reforçou: “A Justiça tarda, mas não falha”. 

O deputado federal Coronel Assis (PL), vice-líder da oposição na Câmara, criticou a demora de Moraes em flexibilizar o regime de Bolsonaro e o responsabilizou pelo agravamento da saúde , diante da situação “degradante” da Papudinha. Ele também criticou a rigidez nas cautelas, que impõe veto a redes sociais, a acampamentos nas proximidades do imóvel e visita programada dos filhos.

Bolsonaro cumpria pena na Papudinha, no Distrito Federal, devido à condenação de 27 anos e 3 meses, por tentativa de golpe de estado e outros crimes. Ele estava preso desde o 22 de novrembro de 2025 por tentar romper a tornozeleira eletrônica com a uma máquina de solda. À época, a domiciliar foi convertida em preventiva, ainda fora do inquérito da trama golpista.

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Link da Matéria – via RD News

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