2 “apoios” que empurram Lúdio para derrota em Cuiabá

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Aliados de Lúdio Cabral avaliam que dois fatores registrados já na reta final da cammpanha de segundo turno contribuíram para a derrota do petista à prefeitura de Cuiabá.

Primeiro, o apoio espontâneo e sem dar qualquer contribuíção financeira à campanha do bilionário do agronegócio, Elusmar Maggi Scheffer, que foi às redes sociais para dizer: “É 13 na cabeça”.

O que parecia fundamental para ajudar o petista, que estava numa ascensão nas pesquisas e já “colado” em Abílio Brunini, acabou tendo efeito contrário. Instigou outros empresários do agro, que se juntaram nos bastidores e potencializaram a estrutura em defesa de Abílio para não deixar o PT ganhar o Palácio Alencastro, justamente na capital de um Estado conservador e majoritariamente bolsonarista.

Segundo, a entrada mal planejada do prefeito Emanuel Pinheiro, que publicamente declarou que não estava envolvido na disputa eleitoral, mas, em privado, apoiou Lúdio e liberou seus secretários para fazer igual. Essa articulação, que resultou numa presepada, foi “costurada” pelo ministro Fávaro (Agricultura), cuja filha Rafaela foi vice da chapa de Lúdio. E trouxe desgaste ao petista.

Sem Elusmar Maggi e sem “apoio” do prefeito Emanuel, Lúdio aparecia empatado tecnicamnete com Abílio. Perdeu na véspera, o que se tornou uma surpresa. Por fim, o resultado oficial trouxe Abílio eleito com 39,61% (126.944 votos), enquanto Lúdio obteve 28,31% (90.719).

Link da Matéria – via RD News

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